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Netflix

em CRÍTICA, SÉRIES

THE A LIST

Mia (Lisa Ambalavner) faz parte de um grupo de adolescentes que vai para um acampamento de verão em uma ilha próxima da costa do Reino Unido. Ela é arrogante, vaidosa, e tem certeza de que chamará a atenção da maioria dos garotos e a admiração, ou inveja, da maioria das garotas. Mas com a chegada de Amber (Ellie Duckles), uma garota misteriosa que ganha rapidamente a simpatia de todos, as certezas de Mia desaparecem.

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em CRÍTICA, FILMES

BIRD BOX, 5 ACERTOS NO FILME E 5 ACERTOS NO LIVRO

Malorie é uma pintora que passa por uma crise de identidade por estar grávida. Ela não sabe se está pronta para ser mãe, se quer ter a responsabilidade de uma nova vida sob seus cuidados, e considera, inclusive, a possibilidade de dar a criança para adoção. Suas incertezas são deixadas em segundo plano, quando milhões de pessoas ao redor do mundo começam a se matar sem uma explicação racional. Elas parecem ver algo e, logo em seguida, tiram a própria…

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em SÉRIES

A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL

Levemente inspirada no livro A MALDIÇÃO DA CASA DA COLINA (resenha aqui), escrito pela brilhante Shirley Jackson, A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL surpreende pela competência do roteiro e da criativa direção, que brinca com a câmera e utiliza várias sequências longas, que seguem a ação e atravessam diversos ambientes sem qualquer corte. Mas não só isso, pega emprestado uma ideia do filme HISTÓRIA DE FANTASMAS, e mistura o terror com a definição de espaço e tempo.

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em SÉRIES

3%

Esta é a primeira produção totalmente brasileira da Netflix. Teve um episódio piloto gravado em 2011 e lançado no YouTube em três partes, mas foi rejeitado por algumas emissoras, até que em 2016, enfim, foi lançada uma temporada completa pela Netflix. É uma série de ficção-científica, e sem surpresa, é bem fácil reconhecer elementos semelhantes a outras histórias com uma pegada de distopia: faces diferentes em uma mesma sociedade, uma com muita desigualdade e outra que promete uma vida perfeita.

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em CRÍTICA, FILMES

PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI

Na resenha do livro PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI (pode ler aqui), eu mencionei os clichês de romances que a autora utilizava para compor uma história de amadurecimento da personagem principal. Esses clichês ficam mais evidentes no filme, uma vez que não temos a narrativa permeada pelos pensamentos de Lara Jean. E o filme é bastante fiel ao livro, até mesmo nessa parte.

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