A MULHER EM SILÊNCIO – MUITAS SENSAÇÕES E POUCAS SURPRESAS
“A Mulher em Silêncio”, de Freida McFadden, começa com Sylvia no puro suco do fracasso circunstancial. Desempregada, quase sendo despejada, contando moeda e dependendo de uma entrevista para não desmoronar de vez. No dia dessa entrevista, que já é praticamente a última esperança dela, resolve ajudar uma senhora que aparenta estar engasgada em um restaurante. Um gesto normal. Decente. Humano. Só que a senhora simplesmente surta e acusa Sylvia de tê-la atacado para roubar sua bolsa. Faz escândalo, joga bebida nela, cria uma cena absurda e vai embora. Aí surge Adam Barnett, o “salvador”. Ele ajuda Sylvia e oferece um emprego:

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